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Os momentos de ruptura: O Plano B.
0Nada como uma “boa” crise para fazermos pensar. Muitos foram “pegos” de surpresa com o que vem acontecendo nos últimos 12 meses no mundo. A crise financeira, quebradeira de bancos, recessão em grandes países, muitos desempregados e assim vai apenas para citar algumas coisas.
Infelizmente nos adaptamos muito fácil a uma “zona de conforto”, e ali ficamos achando que nada mudará aí, na hora que acontece algo que venha a nos atingir, começamos a procurar culpados. São os EUA, não são os banqueiros gananciosos, não são os políticos, não é o Lula, não é tudo junto e assim vai.
Nos trabalhos de coaching, eu sempre pergunto aos meus orientados: “E se não sair da forma que está sendo planejado”. E infelizmente as respostas muitas vezes são: “Não, vai sair dessa forma, eu vou trabalhar para que isso aconteça”, e no final escuto um sonoro “tem que sair dessa forma” que acaba mas parecendo ser um desespero do que uma afirmacao lógica.
Normalmente, as pessoas acreditam que elas já fizeram a coisa certa, procuraram um Coache e agora tudo será “as mil maravilhas”. Negativo, existem fatores externos que não temos poder de influência sobre eles e durante a caminhada, poderá ocorrer fatos alheios a nossa vontade que podem significar um momento de ruptura do que está planejado e nesse momento, temos que ter o famoso Plano B.
O pior caminho a seguir, ainda mais diante de um crise, é continuar fazendo o de sempre e achar que iremos chegar em um lugar diferente. Isso nunca irá acontecer, na crise ou fora dela. Neste momento temos que esquecer o que passou e mudar para o novo, o pior é que em momentos de “zona de conforto”, acabamos criando raízes, e dependendo do tempo em que passamos nesse estado, essas raízes podem ser grossas e profundas.
Se você se identificou com esse post, vou lhe dar uma dica. Existe uma ferramenta muito utilizada nas empresas em programas de qualidade que é o Diagrama de causa e efeito que poderá ser adaptado e lhe ajudar a desenvolver o plano B. Basicamente, é uma ferramenta que questiona as suas afirmações, por exemplo. Se você definiu que irá iniciar uma graduação no início do próximo ano, então, nessa ferramenta você poderá colocar questionamento de fatos que podem vir a lhe impedir de atingir essa meta: “E se eu for despedido? E se eu deixar de ter o apoio da empresa? E se eu não passar no vestibular?”. Com as respostas geradas desses questionamentos, poderá desenvolver o seu Plano B, entretanto, o foco sempre será no Plano A. Agora, se sempre acontece de ter que recorrer ao Plano B, e sinal que você tem problemas de foco.
Fonte: Blog do Coach
Share on FacebookAlguém já te pediu para relaxar? Ficar “Zen”?
0As pessoas que são estressadas ficam ainda mais “loucas” se, em um momento de “crise”, você pede a ela para relaxar… ficar zen… ou alguma coisa do gênero. Isso já aconteceu com você? Ou com alguém que você conhece? Pois é, essas pessoas tendem a fazer coisas que depois irão se arrepender amargamente.
Não sei se você já viu alguns vídeos que têm pela Internet, onde pessoas perdem o controle e acabam tendo um ataque de fúria de grandes proporções. Esse tipo de coisa gera cicatrizes que irão doer pelo resto de sua vida.
Não que seja melhor ou pior se isso acontecer com um colaborador, mas é extremamente ruim se acontecer com uma líder, um coordenador de uma equipe, um supervisor, gerente ou diretor.
A mais ou menos um mês atrás, em uma reunião de coaching de equipe com o Diretor Comercial de uma grande empresa e sua equipe, em um processo de “mesa redonda”, o Diretor não aceitou algumas coisas que foram colocadas na mesa. Levantou-se e disse coisas que não deveríamos dizer nem quando estivessemos em um quarto fechado, sozinho e no escuro. Tinha algo em torno de 10 pessoas na sala. Bom o final acredito que vocês devem imaginar. Ele não mais conseguiu engajar a equipe, perdeu toda a sua credibilidade junto a eles e acabou sendo demitido essa semana.
Alguns falam que devemos contar até 10 antes de falar alguma coisa, sou defensor de aumentar para 20 essa contagem. Você pode até dizer que tenho “sangue de barata”, mas prefiro ser taxado dessa maneira a dizer coisas que possa vir a me arrepender depois. Então procure relaxar antes de acontecer o “estresse”. Procure ter uma vida mais tranqüila. Viva a VIDA e não CORRA pela VIDA.
Fonte: Blog do Coach
Share on FacebookSer bom não conduz ninguém ao sucesso
0Isso parece óbvio. De onde, então, surge o instinto geral de que a bondade, na vida, deve ser seguida de sucesso? Podemos combater um erro com êxito apenas quando compreendemos a verdade que está no cerne deste erro, dando-lhe vitalidade e levando-o à sua expansão e persistência. A verdade, nesse caso, é que, colocando-se de acordo com os seus talentos e as leis, o homem terá a felicidade como resultado dessa harmonia. O erro está em identificar o sucesso mundano com a felicidade, pondo de lado o elemento tempo.
Trecho de texto de Annie Beasant do livro Um Estudo Sobre o Karma
Um homem que vai entrar no ramo dos negócios resolve ser honesto, resolve não procurar tirar vantagens injustas dos outros. Ele vê os que são desleais e inescrupulosos passarem à sua frente; se for fraco, sentir-se-á desencorajado e, talvez, se resolva a imitá-los. Se for forte, dirá: “Trabalharei em harmonia com as leis, não importa quais sejam os resultados terrenos.” Daí por diante, a paz interior e a felicidade estarão com ele, mas ele não terá sucesso. Apesar disso, com o correr do tempo, até isso pode acontecer com ele, porque o que ele perde em dinheiro ganha em confiança, entretanto o homem que trai uma vez, pode trair novamente a qualquer tempo, e ninguém mais confiará nele.
Numa sociedade de competição, a falta de escrúpulos traz sucesso imediato, enquanto numa sociedade cooperativa a consciência “valerá a pena”. Dar salários de fome aos trabalhadores, forçados pela competição a aceitá-los, pode levar a um sucesso imediato sobre os rivais nos negócios, e o homem que paga salários decentes para os empregados pode ver-se ultrapassado na corrida pela riqueza, mas, com o tempo, terá melhor rendimento de trabalho e, no futuro, contará com uma colheita de felicidade, pois para isso lançou a semente.
Temos de decidir sobre a nossa conduta e aceitar seus resultados, sem reconhecer nem o dinheiro, nem a injustiça como pagamento da bondade, enquanto a astúcia inescrupulosa obtém aquilo que busca.
Uma história hindu, instrutiva, se não agradável, fala sobre um homem que tinha prejudicado a outro. O prejudicado foi pedir justiça ao rei. Quando lhe foi dito que ele próprio deveria escolher a punição a ser dada ao seu inimigo, o homem pediu ao rei que enriquecesse aquele que o prejudicara. Quando lhe perguntaram a razão do seu estranho comportamento, com um riso sardônico ele disse que a fortuna e a prosperidade terrena dariam àquele homem a oportunidade de fazer o mal, e assim acarretariam para ele amargo sofrimento na vida após a morte.
O pior inimigo da virtude costuma ser uma situação material folgada, e essa situação, que é vista como boa, muitas vezes é, ao contrário, uma coisa ruim nos seus resultados. Muitas pessoas que vivem razoavelmente bem na adversidade, desmandam-se na prosperidade, e se intoxicam com os prazeres. Vamos considerar de que forma um homem afeta o seu ambiente, ou, para usar uma frase científica, de que forma um organismo atua no seu ambiente.
O homem afeta o seu ambiente de inúmeras maneiras, que podem, todas, ser classificadas em três formas de auto-expressão: afeta-o pela Vontade, pelo Pensamento e pela Ação.
(…)
MINHA CONCLUSÃO
Se desejamos alterar os efeitos presentes na nossa vida atual, temos que alterar as causas desses efeitos. Se queremos dar pêssegos, antes temos que nos tornar o pessegueiro. A bondade nada tem a ver com o sucesso material, apesar de termos sido “domesticados”educados a trabalhar com o olhar na recompensa. Além disso, o sucesso material nem é bom e nem é ruim, é simplesmente um efeito de ações previamente executadas com astúcia. Um empreendedor enxerga uma oportunidade e trabalha para aproveitar aquela oportunidade com astúcia, podendo assim ficar rico ou não.
Temos que trabalhar pelo trabalho, diariamente, tentando com todas as nossas forças obedecer à Vontade que nos impulsiona a agir de acordo com os nossos talentos. Além disso, a cada dia de trabalho devemos agir com sabedoria exercitando o Pensamento sobre todas as nossas relações com o mundo externo (pessoas, objetos, empresas, etc.) e obtendo através do cultivo desse hábito de pensar a experiência necessária para persistirmos na nossa evolução desempenhando formidavelmente nossos papéis, cultivando virtudes e eliminando vícios. Só assim, conseguiremos agir de forma hamoniosa em cada uma das nossas Ações (quando nos manifestamos no mundo externo).
De forma prática, temos que pensar o que sentimos, falar o que pensamos e agir de acordo com o que falamos. Quando uma dessas causas não é colocada em prática, o efeito resultante fica desalinhado com a nossa felicidade.
Duas coisas são muito importantes:
1. Podemos morrer amanhã
Se podemos morrer amanhã, porque conduzir nossas empresas de forma equivocada, prejudicando a outras pessoas para tirar proveito de determinada situação?
2. O hoje não é permanente
Se o hoje é transitório, porque nos apegarmos tanto aos problemas mínimos do dia a dia ao invés de nos atentarmos para cada lição que existe naqueles pequenos acontecimentos, para através da experiência trazida com esse aprendizado, evoluirmos dia após dia.
O empresário que resolve ser bom, pode não ter sucesso, mas a felicidade já estará com ele porque ele desempenha corretamente o seu papel de empresário. Quem não cumpre a lei, é ladrão e é este o papel que está desempenhando ao invés do papel de empresário. Da mesma forma a pessoa que resolve seguir os seus talentos, pode não ter sucesso, mas a felicidade já estará com ela porque ela desempenha corretamente o papel pelo o qual o seu coração bate. Quem não faz o que o coração pede, é incoerente, vive em desarmonia e busca prazer, vivendo uma vida que não deveria estar vivendo, já que a que ela deveria viver, ficou escondida em algum poço no fundo do seu coração.
FONTE: insistimento
Share on FacebookComo lidar com feedbacks negativos
0Depois que decidimos assumir o controle das nossa vidas e fazer o trabalho ao qual fomos incumbidos através dos nossos talentos, infelizmente nos deparamos com pessoas que ao invés de nos colocar para cima, nos põem pra baixo. Ontem uma pessoa me fez uma crítica, chamando-me de workaholic, o que quer dizer viciado em trabalho. Isto não deveria ter me afetado da forma como aconteceu, mas infelizmente me afetou. Fiquei parado, emudecido, totalmente quieto sem saber se discordava ou concordava com a crítica. Preferi não responder nada e procurar na internet mais informações sobre o termo a fim de verificar se eu estava mesmo viciado em trabalho. De repente, parei e me desliguei, vendo neste acontecimento uma oportunidade para dar a volta por cima e escapar da depressão iminente.
OS OLHOS DOS OUTROS VÊM O QUE QUERER VER
Assim como nós julgamos as outras pessoas a todo o momento com base nos nossos próprios valores e preconceitos, também somos julgados. Entender que esse processo de julgamento contínuo é uma realidade, nos traz uma visão maior e mais ampla sobre as críticas, dificultando a nossa identificação com elas e nos elevando acima da nossa personalidade. Provavelmente, sofri com a crítica porque cultivava expectativas sobre as opiniões do autor da crítica, esperando algo em troca das minhas ações, me identificando desta forma com a minha personalidade ao invés de somente permiti-la agir. Quando me observei recebendo a crítica, lembrei-me de que as pessoas têm total liberdade para emitirem opinião sobre o que quiserem. Quando elas nos dão um feedback (positivo ou negativo) não devemos nos sentir recompensados ou punidos. Devemos respeitar e compreender que estas pessoas que nos cercam são apenas nossos instrutores, sejam “amigos” ou “inimigos”.
AUTO-OBSERVAÇÃO
É de extrema importância para mim, cultivar a auto-observação, pois constantemente posso me avaliar: avalio o comportamento do meu corpo a certos alimentos e bebidas; o comportamento da minha personalidade em determinadas situações; e tento enxergar os motivos de algumas emoções virem à tona depois de determinados acontecimentos. Enfim, busco a todo o momento observar a mim mesmo de maneira ampla para me precaver sobre minhas próprias armadilhas e manter-me firme nas decisões às quais me determinei. Sem esta auto-observação não seria possível manter-me calado às críticas e não teria buscado inspiração e controle para poder verificar se aquela opinião (vinda de fora) fazia sentido ou não.
UMA QUESTÃO DE MUDANÇA DE VIBRAÇÃO
Nós temos tanto poder mental que basta um único pensamento para mudarmos da tristeza para alegria. Normalmente, o que nos faz manter nossos pensamentos na tristeza é a identificação com a nossa personalidade que nos invoca a sentirmos e provocarmos dor, já que esta personalidade precisa se sentir viva e útil. Ninguém nunca nos provoca tristeza, nós é que vibramos na tristeza por opção. Quando algo “ruim” acontece, você pode continuar o seu caminho e seguir em frente ou identificar-se com o que aconteceu e remoer a situação pelo tempo que desejar. Conheço pessoas que perderam seus entes queridos há mais de dez anos e ainda continuam tristonhos, sem viver suas próprias vidas, alimentando continuamente um sentimento de tristeza. Depois de ter percebido a vibração da tristeza, da impotência e da fraqueza em mim, abri o vídeo com vozes britânicas hilárias em animais e deliciei-me dando muitas risadas. Mudei a vibração e voltei a pensar no assunto sem tanta identificação ou de forma mais positiva.
ABANDONAR OU ABANDONAR-SE
Se quem lhe deu feedback negativo, fez isso de forma pontual, não se preocupe que com certeza a reação que você teve foi muito acima do esperado e que a teve por gostar de sentir dor. Porém, se a pessoa que lhe deu feedback negativo, faz isso com grande frequência, é melhor você tomar uma decisão de abandoná-la ou abandonar-se, pois se você estabeleceu as suas metas e está fazendo o seu trabalho como manda o figurino, deve ter consciência de que precisará mover-se do grupo dos que criticam para o grupo dos que são criticados. Ouvindo a entrevista que o Paulo Coelho deu para o Jovem Nerd há um tempo atrás, percebi uma coisa interessante no mundo: de um lado existem os que criticam e do outro os criticados. Ambos fazem o que acham melhor fazer, cabendo a nós decidir em que grupo gostaríamos de ficar.
FUJA DE UMA PRISÃO E ENTRE EM OUTRA
É preciso ter muito cuidado para caminhar na vida. Enquanto a inércia nos puxa pra baixo a vontade de fazer tudo ao mesmo tempo nos incita a não pensarmos direito sobre nossas decisões. Se de um lado precisamos combater a preguiça, a mesmice e a procrastinação, de outro, precisamos combater a falta de planejamento, a ansiedade e a pressa. Desta forma, encontrar o equilíbrio para não apagar fogo com fogo é algo que requer uma auto-observação fora do comum e um esforço pessoal muito grande. Quando percebi que poderia ser ou estar me tornando um workaholic, comecei a refletir se não tinha fugido do emprego formal para me enjaular na minha própria empresa. Felizmente, depois de uma avaliação, percebi que precisava melhorar um pouco alguns aspectos do meu trabalho parar melhorar ainda mais a minha qualidade de vida, só isso. Valeu a pena a crítica que recebi porque foi um alerta para o possível enjaulamento que eu estaria prestes a cometer.
CONCLUSÃO
Fazendo ou não o seu trabalho, as pessoas vão te criticar, da mesma forma que também poderão te elogiar. Para o mundo, pouco importa o que fazemos, pois ele continuará girando do mesmo jeito que girou desde sempre. Porém, para nós, importa muito se estamos girando a nossa própria roda, executando as funções com as quais fomos beneficiados no nosso nascimento e na nossa família, pois construímos uma personalidade ao longo dos anos que precisa viver em liberdade, explorar os seus talentos e trabalhar, trabalhar muito, para exercitar a sua própria moral e ética e tornar-se assim, um ser humano melhor dia após dia.
Façamos cada um o seu trabalho, independente de críticas ou elogios. Sigamos sempre em frente. Sempre.
FONTE: INSISTIMENTO
Share on FacebookTodas os artigos do Marcos Resende são muito BONS!!! Estou somente repassando conhecimento!
Admito: eu posso estar errado
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Talvez como todo mundo. Repito: talvez como todo apontando o dedo para os outros e tirando conclusões sobre tudo à minha volta sem admitir que podia (talvez) estar errado. Ter esse tipo de atitude não me trouxe qualquer benefício a não ser o de ter levantado a bandeira vermelha para mim de que eu talvez pudesse estar errado. Ganhei em humildade e efi ciência, mas em compensação, pela inexperiência, feri pessoas que não gostaria de ter feri do e perdi tem po consertando erros que não precisava ter cometido.
O que isto tem a ver com empresas, empreendedorismo e profissão? Tudo!
NOSSOS OLHOS SÓ ENXERGAM O QUE QUEREM VER
Para começar a nossa investigação a respeito do tema de poder ou não estar errado é fundamental iniciarmos a partir desta premissa, ou seja, que nossos olhos só enxergam o que querem ver. Maquiados pela nossa educação, cultura e experiências anteriores, nossos olhos enxergam somente aquilo que desejam ver. Você pode fazer um teste entrando com uma outra pessoa em uma loja de conveniências de um posto de gasolina e ao sair perguntá-la o que viu lá dentro e o que lhe chamou mais a atenção. Você notará que ela viu objetos que você não notou e que você também viu algumas coisas que passaram des percebidas para ela. Ela viu o que estava mais em sintonia com ela, que pertencia à sua construção de mundo e você viu o mesmo, só aquilo que você conseguia ver. Logo, você pode estar “errado” em relação ao que tinha naquela loja de onde acabou de sair.
OS OLHOS DAS OUTRAS PESSOAS SÓ ENXERGAM O QUE QUEREM VER
Pode parecer redundante eu falar isto novamente neste artigo, mas note que coloquei isto desta forma para lhe chamar a atenção sobre o fato de que não só nós enxergamos só aquilo que queremos, mas também as outras pessoas! Compreendendo isto não só nos colocamos em uma posição humilde para aceitar a opinião de outros sobre um mesmo tema que estejamos refletindo, como também compreendemos que algumas das “verdades” proferidas pelas outras pessoas podem não ser tão verdades assim e perdoamo-las quando estas nos acusam de algo, já que enxergam somente 50% (ou mais ou menos) da verdade.
PLANOS DE NEGÓCIOS FALEM PORQUE TENTAVAM ENTENDER OUTROS OLHOS
Grande parte dos planos de negócios falem porque tentam entender olhos que não conhecem. Para compreender um pouco mais o que os olhos das outras pessoas enxergam, é preciso estudar sua educação, cultura e experiências anteriores, bem como seus preconceitos e afinidades. Não há como estudar isso com olhos de uma educação, cultura e experiências diferentes, logo, a maioria dos planos de negócios falem porque os olhos de quem construiu o plano de negócios não enxerga aquilo que os olhos dos “compradores” do seu plano enxergavam.
SEJA OS OLHOS DO SEU CLIENTE
Já que admitimos que podemos estar errados em relação às crenças que temos do mundo à nossa volta, a solução, principalmente para quem é pequeno empreendedor, é fazer parte da sua clientela, sendo seus próprios olhos e procurando pessoas semelhantes a si para criar a sua base de clientes. É muito interessante pensar desta forma, porque assim basta que você se pergunte quais problemas você tem hoje que gostaria de resolver e resolvendo-o transmitir o conhecimento da solução para os outros.
Um dos diferenciais da Noxion em relação a outras empresas de criação de sites e marketing digital é que tanto eu como o meu sócio temos negócios online fora dela para “testar” aquilo que desejamos implantar para nossos clientes. Eu vendo meus produtos virtuais aqui (e-books e podcasts) e tenho total liberdade para testar o que quiser aqui para saber se funcionará ou não para os meus clientes na Noxion. Assim, ao mesmo tempo sou cliente e fornecedor.
Outro exemplo benéfico que posso usar é que todos os meus produtos falam da mesma coisa: a passagem de empregado para empresário através do empreendedorismo. Eu era um empregado assalariado comum por anos, mas que ao mesmo tempo tentava empreender. Tive várias frustrações com alguns negócios que abri, mas como nunca desisti, insisti até montar a Noxion e hoje passar esse conhecimento de como sair do emprego formal e tornar-se empresário através do blog Insistimento. Eu já fui a minha clientela e a conheço totalmente. Meus olhos enxergam o que eles enxergam e com o conhecimento que distribuo aqui consigo ajudá-los a fazer o mesmo que eu fiz.
RESOLVA SEUS PROBLEMAS E VENDA A SOLUÇÃO
Você vai ganhar em humildade e eficiência se passar a agir desta forma. Existem algumas milhares de pessoas parecidas com você, que vivem de certa forma os mesmos problemas e frustrações que você vive e que precisam de alguém que dê o salto para fora da “caixinha” e os ensine depois a saltar. Eu não posso fazer isso por você, pois meu público é outro, os olhos com os quais eu trabalho são outros, mas você pode pegar o pior problema que você possui no momento e ajudar outras pessoas a conquistar os objetivos que você conquistou e ainda receber dinheiro por isso. Veja exemplos de problemas práticos comuns que pessoas estariam dispostas a pagar por uma solução:
- Como sair do cheque especial
- Qual o passo-a-passo para obter empréstimo para abrir uma empresa
- Como saldar dívidas
- Como encontrar a profissão ideal
- Exercícios para melhorar a performance do cérebro
- Como utilizar melhor meu tempo entre família e trabalho
Detalhe, a pequena lista acima foi feita a partir das frases mais procuradas no Google onde este site aparece. As pessoas estão procurando pela solução desses problemas e alguém precisa entregar-lhes essa solução. Porém de nada vale alguém que nunca teve dívidas ensinar como saldar as dívidas. É preciso que alguém que já tenha tido dívidas, ensine como saldá-las ou melhor ainda, que alguém que tenha dívidas, busque as soluções para saldá-las e depois comece a ajudar outras pessoas a fazer o mesmo.
Será que também estou errado sobre isso? Talvez, mas o meu trabalho no Insistimento mostra que tentar solucionar os seus próprios problemas para vender a solução, mostra que estou no caminho certo. Por quê você não faz o mesmo?
FONTE: insistimento
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